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Juazeiro da Bahia: se o prefeito é ruim, imagine o presidente da Câmara de vereadores

Não são poucos os motivos que fazem os juazeirenses vislumbrarem em cidades distantes a projeção de vida ideal, longe da balburdia de quem vive menos e sobrevive mais a cada dia numa rotina que coloca em teste a própria capacidade de não enlouquecer.

Se pudessem, muitos moradores de Juazeiro deixariam o município  para viver em outra cidade. Trânsito carregado, violência banalizada, falta de espaços públicos adequados de convivência, sujeira acumulada, custo de vida elevado, centro decadente, poluição, postes sem iluminação, escassez de moradias, falta vagas em creches, escolas e hospitais sem qualidade, riscos de inundação e alagamentos em épocas chuvosas e, claro, muriçoca picando muito em 365 dias do ano.

Não são poucos os motivos que fazem os juazeirenses vislumbrarem em cidades distantes a projeção de vida ideal, longe da balburdia de quem vive menos e sobrevive mais a cada dia numa rotina que coloca em teste a própria capacidade de não enlouquecer. Convencer essas pessoas de que a cidade onde nasceu a Bossa Nova, pode, sim, ser o lugar ideal para se criar os filhos seria tarefa complexa para qualquer administrador disposto a arregaçar as mangas e consertar o que tiver ao seu alcance. É tarefa ingrata.

O problema é quando olhamos para os políticos juazeirenses e neles enxergamos a inércia, a falta de zelo pelos moradores do lugar. Os políticos de juazeiro em sua grande maioria são ruins, e de 20 anos para cá, a coisa tem piorado gradativamente.

Se o prefeito é ruim, o presidente da Câmara é seu aluno, e se o presidente da Câmara é ruim, imagine os outros vereadores. Todos na mesma escola. Se pudessem, os moradores fugiriam para longe. É mais ou menos isso o que acontece quando 220 mil habitantes são tratados como trampolins para voos supostamente mais altos.

Quando um eleitor escolhe um prefeito, ele não quer apenas um administrador de condomínio, ele quer de fato alguém comprometido, e não um cara mais ou menos. Ele quer o cara!

Esses 220 mil habitantes, portanto, não têm o menor interesse em saber se, em 2021, o prefeito que mal terá assumido seria o “candidato ideal” para agradar partidos,  Presidência da República, ao governo do estado, ao Vaticano ou à direção-geral da ONU.Ele quer quem resolva a situação de Juazeiro.

A cidade tá na merda! É preciso mudanças!Se pudessem, muitos moradores de Juazeiro deixariam o município  para viver em outra cidade.

 

 

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