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Apenas o cheiro… Oposição em Petrolina precisa ser construtiva

Petrolina ainda está muito distante do seu potencial. Há os que pensam que a cidade alcançou seu ápice, mas, isso não é verdade . A cidade atualmente não consegue sair de várias crises, infelizmente. Principalmente a social. 

Petrolina perdeu sua oposição? Ainda não. Porém, é fraca e seus cheiros estão se dissipando. Nesse contexto ainda existem os grupos de Odacy Amorim e Julio Lóssio, que ainda exalam perfume de oposição. Como escrevi, esse  cheiro de oposição está se dissipando e quase não mais existe. Quem adora essa situação é o grupo de Fernando Bezerra que se fortaleceu e não enxerga adversários que possam bater seus candidatos em Petrolina num futuro próximo.

Cidades que não tem oposição estão fadadas a serem chatas e monótonas. Petrolina já está assim: Chata, monótona e sem produzir uma oposição de peso. Porém, não é preciso entrar  em pânico [com as dificuldades atuais], seja otimista. É melhor ser otimista do que pessimista, concorda? O copo está  meio cheio, e não meio vazio. O atual momento, o “copo meio cheio” são os deputados Lucas Ramos e Dulci Amorim e Julio Filho.

Petrolina ainda está muito distante do seu potencial. Há os que pensam que a cidade alcançou seu ápice, mas, isso não é verdade . A cidade atualmente não consegue sair de várias crises, infelizmente. Principalmente a social.  Sendo uma das cidades mais investigadas em Pernambuco  por conta do dinheiro publico, o município, apesar de não aparecer na grande mídia, Petrolina só neste ano , recebeu visitas diversas das polícias investigativas. Isso é sinal de crise e que algo está debaixo do tapete que nós, meros mortais ainda desconhecemos.

A cidade tem muita riqueza e conseguiria resolver muitos problemas de maneira positiva caso houvesse gente esclarecida no comando de algumas secretarias. As pessoas precisam entender que uma cidade não vive só de “asfaltos”. Não ! È preciso olhar o todo.

A cidade ideal é aquela em que todo mundo entra num consenso, parar de destruir e começar a construir, fazer justiça social e  harmonia entre as classes em termos de produção e de zelo pelo bem-estar de todos. Ou seja:  a Petrolina que queríamos  e que gostaríamos não está acontecendo de fato.

 

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