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Bolacha e arroz doce: Usuários do Caps 2 reclamam da falta de atendimento na unidade

No café da manhã que dizem ser reforçado, é servido arroz doce com bolacha Cream-Cracker, e só. Pense aí num café reforçado!

Usuários do Centro de Atenção Psicossocial  (André do Cavaquinho (CAPS 2), localizado no bairro Caminho do Sol em Petrolina, reclamam da situação precária da Unidade de Saúde. Segundo eles, o local convive com problemas como a falta de produtos de limpeza, de higiene pessoal e de material para as atividades de terapia ocupacional, e principalmente alimentação. No café da manhã que dizem ser reforçado, é servido arroz doce com bolacha Cream-Cracker, e só. Pense aí num café reforçado!
Segundo os usuários, os problemas se acumulam há 2 anos,e que estariam  se mobilizando e criando um abaixo-assinado para pedir melhorias para o equipamento.
“É inacreditável, mas faltam produtos de limpeza e de higiene pessoal. Os funcionários do CAPS têm de levar produtos de limpeza e até papel higiênico para lá. No café da manhã reforçado, é só bolacha e arroz doce. É uma vergonha. E a Prefeitura não toma providências”, criticou F.R.C, 42 anos de idade, que há três anos frequenta a Unidade de Tratamento.
Outra munícipe e usuária do equipamento, S.M.F, 52 anos de idade, que há oito anos é atendida no local, relatou a falta de profissionais no CAPS. Ela disse que um dos médicos psiquiatras, que atende no local duas vezes por semana, “atrasa todo dia”. “Ou seja, até a gente passar com ele, já perdemos o ônibus. O problema é que nós dependemos do ônibus, não temos carro próprio”, afirmou.
S.M.F salientou que até já procurou a Câmara de Vereadores para expor a situação do CAPS 2. “A gente depende deste serviço, ele é importantíssimo para nós. Só estamos em pé, até hoje, por causa do CAPS. Sem esse serviço provavelmente estaríamos nas ruas, bebendo, usando drogas ou roubando. Lá temos uma ocupação”, declarou.
Com a palavra os responsáveis.

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3 pensamentos “Bolacha e arroz doce: Usuários do Caps 2 reclamam da falta de atendimento na unidade”

  1. Até parece que gostam de contratar pessoas incompetente ou preguiçosos . Porque a coordenadora que estava aí no CAPS ll antes desse que está aí. batalhadora lutava pra vê o serviço andar. Eu trabalhei nas duas gestões e pude vê Á diferença por isso que sair de lá posso dizer que a escolha desse Leonardo como coordenador foi muito mal feita. E olhe que sou eleitora do Miguel mas , a gente tem que falar a verdade
    s

  2. Na verdade o novo coordenador não tem aparecido no serviço regurlamente vive na secretária de saúde segundo os próprios funcionários em reunião. Vejo que o prefeito Miguel deveria visitar a unidade e ver com os próprios olhos a situação de lá os funcionários trabalham ritmo serviço público sem nenhum interesse em atender os pacientes é lamentável ver o CAPS nessa situação pois nós necessitamos do serviço e não estamos ali para brincar sem contar a quantidade de atividades no parque Josefa Coelho segundo informações é para economizar comido onde o próprio enfermeiro disse no grupo que iria faltar comida.

  3. Na verdade essa denúncia procede sim inclusive minha mãe não tem mais ido ao serviço pela falta de atividades que cuidem do transtorno dela, ela está na fila esperando para fazer terapia e sempre que procuramos não tem vaga.
    Os grupos são sem um sentido e não vejo que melhore em nada o sofrimento da minha mãe. Isso tem nos preocupado muito a princípio achei que ela estava arrumando motivos para não participar mais quando fui acompanhar vi a falta de preparação dos profissionais eles estão ali para curar uma dor, um transtorno e não pra assistir filme ou conversar besteira. As terapias mal elaboradas acabam cedo eles tem que ficar esperando até 11h sem fazer nada e muitos esperam pq precisam almoçar concordo com a denúncia acho a equipe sem interesse em fazer um trabalho bem feito, acho que não tem preparação e acho que eles não querem está ali, vejo preconceito neles com os pacientes acho um descaso ,e também convido o prefeito Miguel Coelho para conhecer o CAPS 2 e olhar para os pacientes de saúde mental. Veja a situação que aquele lugar funciona e o despreparo dos profissionais.

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