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Câmara de Vereadores de Petrolina, continua errando e errando feio! Cadê o intérprete de Libras?

 

 

AlB9Dr7zD-VvcgRSQC_XCMPtJrTDD8Xpc2Pr59nYS5bgA Câmara de vereadores de Petrolina, tem se tornado PHD, em discussões, em brigas vazias, sem argumentos palpáveis,  que as vezes levam  vereadores a quase chegarem  as vias de fato. Líderes de oposição e situação não chegam a um senso comum,  quando o assunto é comandar suas bancadas. Os vereadores liderados, parecem que tomaram um chá de independência, e não obedecem aos seus respectivos líderes. Por essas e por  outras coisas , os vereadores que deviam defender as Leis que eles próprios criam, vendam seus olhos aos erros crassos e grosseiros que vem acontecendo na Casa Plínio Amorim.

Um exemplo claro disso, é a resolução de Nº. 85/2013  de autoria do ex-  Vereador Ailton Guimarães, que foi votada e aprovada pela Casa naquele ano. A resolução foi  embasada no principio constitucional da isonomia,  que consiste em prover direito a todos, tratando as desigualdades na justa medida das suas diferenças. A chamada Lei de Libras. Pela resolução aprovada em 2013, é obrigatório em todas as sessões ter um intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), mas o intérprete foi demitido, e ninguém sabe o por quê.

Petrolina tem cerca de 3 mil pessoas com deficiência,  e a   contratação do profissional,   permite que a comunidade que compõe a acessibilidade de Petrolina tenha direito à participação efetiva na vida societária, democrática e cidadã, oferecendo desta forma, dignidade ao ser humano. No entanto, a Casa Plínio Amorim, não tá nem aí, nem chegando para a comunidade surda e muda  do município, e simplesmente faz ouvido  de “mercador” e não contrata o que por Lei tem que ser contratado.  Cadê o intérprete? Cadê a presidência da Câmara? Cadê a oposição, para questionar assuntos como esse de grande relevância? Por essas e por  outras coisas , os vereadores que deviam defender as Leis que eles próprios criam, vendam seus olhos aos erros crassos e grosseiros que vem acontecendo na Casa Plínio Amorim.

Por Cauby Fernandes

@lingua

 

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