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Coletivo pobre: Miguel Coelho não valoriza seus secretários, e não tem perfil coletivo

Infelizmente, por ser centralizador, o prefeito não permite que seus secretários apareçam.Todos os holofotes tem e precisam estarem voltados para sua figura.

Quem conheceu Miguel Coelho quando adolescente e ainda estudando, sabe muito bem que seus olhos sempre brilharam quando o assunto era política. As vezes, em discussões fortes, ele ficava bravo por que queria ser candidato quando ainda não tinha idade.

Mas uma coisa sempre foi peculiar naquele jovem inquieto: a vontade de liderar. Falamos isso com propriedade, pois acompanhamos alguns passos daquele jovem estudante.

O tempo passou, o menino cresceu e a faculdade que fazia, foi concluída. E ai, já com idade certa, o rapaz foi lançado como candidato a deputado estadual. Deu certo. Ele foi eleito bem novinho. Depois, no plano “B” do grupo de FBC, era chegada a hora de retomar o poder na maior cidade do Sertão. O grupo de FBC passou longos 10 anos fora do poder petrolinense, e viu no então deputado estadual, a chance de retomada do poder na cidade. A estratégia de colocar Miguel Coelho como candidato em Petrolina também deu certo. Miguel Coelho se tornou prefeito do município com aprovação de 38% da população. Importante vitória.

Porém,passados quase 3 anos de administração municipal, o prefeito, apesar de sua bonita história política, adquiriu  um mal que acomete muitos líderes: a centralização. Ser centralizador pode ser ruim e prejudicial. O gestor mais do que ninguém deve saber dosar e administrar esta centralização ao ponto de alcançar resultados favoráveis em qualquer espaço, sem extrapolar os limites da equipe. Afinal, os processos internos de uma organização são como ministrar medicamentos em uma pessoa, precisa-se da dose certa no momento certo, caso contrário não surtirá efeitos.

Infelizmente, por ser centralizador, o prefeito não permite que seus secretários apareçam.Todos os holofotes tem e precisam estarem voltados para sua figura. Uma prova disso acontece na apresentação de grandes eventos. Basta rememorarmos que veremos que na apresentação das festas juninas,por exemplo, durante esses quase 3 anos, o prefeito na solenidade é tudo: locutor, animador, apresentador de slides, palestrantes. Alguma vez você que foi a uma dessas apresentações e viu algum secretário falar? Não? Nós também nunca vimos!

Miguel Coelho não valoriza seus secretários, e não tem perfil coletivo, e tudo tem girar em torno da sua imagem, ele é quem tem e deve aparecer. Isso é ruim. Demonstra falta de segurança. Falta tato para lidar com essa situação.

A prefeitura tem excelentes secretários que poderiam muito bem falar ao público, ir para os rádios ( sem censuras) mas ele não deixa, luzes só pra ele. O coletivo de Miguel Coelho é pobre, ele centraliza tudo na sua figura. Essa centralização é visível, e pode prejudicar planos futuros. E quer saber? O povo já percebeu essa característica. Ponto negativo, e as coisa podem piorar.

 

 

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