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Fora da lei, brasileiras vendem ‘barriga de aluguel’ na internet

Fora da lei, brasileiras vendem 'barriga de aluguel' na internet

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pagamento pela gestação de substituição, conhecida por ‘barriga de aluguel’, é proibido no Brasil. No entanto, a lei parece não impedir esta comercialização por meio das redes sociais. Um grupo do Facebook chamado “quero ser barriga de aluguel”, por exemplo, reúne 2.500 pessoas, sendo a maioria de mulheres que buscam realizar o sonho de ter filhos.

Cerca de 40 mensagens são escritas por dia no grupo, mas segundo a adminstração da página, nunca houve tentativa de retirá-la do ar: seja por ordem judicial, ou denúncias por usuários da rede social. Os motivos que levaram jovens até o grupo são diversas: desde a busca desesperada por emprego até a necessidade de financiar os estudos.

A ‘barriga de aluguel’ só é permitida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) quando a mulher cede, de forma solidária, sem cobrar pela gestação.

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