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Governo tenta evitar que CPI vire palanque para Mandetta

Integrantes do grupo de trabalho do Planalto admitem que estão promovendo um pente-fino em atos da gestão de Mandetta, hoje desafeto do presidente Jair Bolsonaro

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) será o primeiro a prestar depoimento na CPI da Covid, na próxima terça-feira (4), e o governo trabalha agora para tentar evitar que ele use a comissão parlamentar de inquérito no Senado como palanque eleitoral para 2022.

 

A força-tarefa montada no Palácio do Planalto para levantar dados a serem usados nas audiências mobiliza servidores da Casa Civil, da Secretaria de Governo, da Secretaria-Geral e da Secom (Secretaria de Comunicação)”.

Integrantes do grupo de trabalho do Planalto admitem que estão promovendo um pente-fino em atos da gestão de Mandetta, hoje desafeto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A ideia é restringir as perguntas feitas a Mandetta ao período em que ele esteve à frente da Saúde, para evitar, segundo governistas, que o ex-auxiliar se transforme em uma espécie de comentarista político de ações tomadas por Bolsonaro após sua saída do cargo.

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