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Na Câmara de vereadores de Petrolina é assim: Quando o santo não bate até a voz irrita

 

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 Castelo de Areia

Um erro na pauta da sessão ordinária desta terça-feira, 28/11, transformou a reunião da Casa Plínio Amorim, em mais uma sessão quente e cheia de trolóló. Depois de reconhecerem erro na pauta, os servidores da Casa Plínio Amorim, não esperavam que fossem questionados pelo assessor especial e ex-vereador Alvorlande Cruz.

Cirúrgico como sempre,  Cruz,  questionou o erro e pediu explicações sobre a mudança de pauta. O pedido de Alvorlande ,  indignou  e  causou revolta aos presentes.  Ao ouvir o estardalhaço que se fez no lugar, o vereador Gilmar Santos (PT), que estava com a palavra, disse ter testemunhado umc caso grave de abuso e assédio moral contra uma servidora da Casa.

A mesma cantiga

O petista não perdeu tempo e ligou a vitrola no mesmo disco , que temos ouvido em toda sessão: Os assessores  estão atrapalhando a reunião. Gilmar disse: “Eu chamo atenção dos Senhores vereadores, vamos fazer a denúncia, não é respeitoso com a população de Petrolina. Fica o nosso protesto”, falou.

O líder da situação na Câmara, o vereador Ruy Wanderley (PSC), entrou na conversa e saiu em defesa do prefeito, porém censurável  e de forma intensa não poupou palvras de ordem dirigida a alguns membros do poder executivo. “Eu sei que o que vou dizer agora vai gerar repercussão, mas eu não estou nem aí. Se houve um erro por parte de um funcionário, as coisas não podem ser conduzidas dessa forma”, salientou o líder.

Ruy continuou seu desabafo, dizendo que essas decisões são tomadas de forma isolada por parte dos assessores “Essa foi foi uma decisão isolada de um membro do poder executivo que não tem a orientação do prefeito Miguel Coelho, mas eu gostaria de dizer que vem acontecendo desde a gestão passada, de componentes do governo e também de oposição e ninguém faz nada. Sou do governo, ajudei a eleger o governo mas queria externar minha opinião. Eu sou contra essa prática, e toda reunião tem que a mesa diretora ficar pedindo para fazerem silêncio.

O líder ainda desafiou os assessores, dizendo que o comportamento é vergonhoso, e quem quisesse achar ruim, que achasse.”Ache ruim quem achar, eu sou contra membros do poder executivo na sua posição de assessor ficarem nas dependências da Câmara. Isso é uma vergonha! Eu passei oito anos fora daqui, mas eu via o executivo mandar os cargos comissionados para a Câmara pegar em paletó de vereador (lembrando de Khalil assessor que puxou o paletó de Cicero Freire), no meu ninguém pega”, desafiou.

O líder da bancada de situação deixou o plenário, alegando que, enquanto os assessores do governo permanecessem com a mesmo conduta na Casa, ele não atuaria na reunião. “Enquanto esses membros do poder estiverem aí eu não participo de sessão”. Depois desse “brega” , a sessão teve que ser parada. Depois da pausa , os  trabalhos recomeçaram.

Depois disso, o líder de situação e Orlando Tolentino,assessor especial, foram se entender na Sala da Presidência, e pelo gritos ouvidos , a coisa pegou pegando. Ruy Wanderley e Orlando Tolentino trocaram farpas e desagravos. Ainda bem que o presidente estava lá, por que se não…  Na Câmara de vereadores de Petrolina é assim: Quando o santo não bate até a voz irrita.

Por Cauby Fernandes

 

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