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O mesmo Fernando Bezerra das mesmas estratégias reaparece. Estratégias antigas que sempre funcionaram para ele

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O senador Fernando Bezerra Coelho, bota o bloco na Rua, e mostra que sua estratégia em nada mudou nos últimos anos. Ousado e destemido e usando os mesmos bordões de outrora, Fernando Bezerra abriu a voz e bradou:“Sou candidato a governador e vou derrotar esse governo (Paulo Câmara) por muitos votos”.

Para quem não conhece Fernando Bezerra , pode até achar inusitado e esse modo de falar e a  verborragia altiva e um tanto esnobe,quando subestima os demais pré-candidatos. Mas, para quem já conhece a estratégia da velha raposa, sabe que Fernando sempre foi assim ao iniciar uma campanha.

O primeiro passo que Fernando sempre deu ao iniciar campanhas,  foi o de assustar o concorrente demonstrando poder de força e discurso afiado. Aparentemente é um golpe que não causa muitos danos mas ele serve para tirar atenção do adversário e fazer com que ele abaixe a guarda, para que então, Bezerra,  possa utilizar golpes de maior impacto, que aparecerão mais adiante e certamente serão usados.

Fernando Bezerra no passo dois,  tentará  estar sempre  à frente de seus concorrentes e manter uma distância segura.  Fernando, é daqueles que buscam conhecer todos os movimentos dos seus adversários  incluindo deslizes, que  irão  ajudá-lo a adaptar suas táticas e fechar as lacunas em sua proposta de campanha  para assim “combater” seus potenciais adversários.                             

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Quem não lembra do bordão, “Sangue novo para lutar pelo o povo” (?). Pois então,  esse mesmo sangue continua na veia de Fernando Bezerra, e ele sabe usar no tempo certo.

A declaração de Bezerra, rompe pela  primeira vez nos últimos dois meses, o silencio  que o senador adotou, devido a problemas que só ele sabe. Ao  assumir  claramente sua  candidatura  ao Palácio do Campo das Princesas, Fernando, arma seu arsenal e vai direto ao ponto, tirando toda e qualquer duvida  que pairava quanto a sua vontade e seu sonho de se tornar o governador de Pernambuco pelo voto direto, e não  como foi Nilo Coelho, seu tio, que foi nomeado na época  pela ditadura militar, como  governador biônico de Pernambuco pelo presidente Castelo Branco, para o quatriênio 1967/1971.  Se ele conseguir o feito, se tornará  melhor e maior que Nilo Coelho.

Fernando Bezerra, tem convicção que a eleição será em dois turnos e que  no final ele vai concorrer diretamente com Paulo Câmara.  Justamente nessa hora, é que Fernando vai tirar, não um , mas diversos “coelhos” da manga. No segundo turno, que será nova eleição, o processo se encarregaria de reunir todos contra o governador – de Marília Arraes a Antonio Campos, de Armando Monteiro a Bruno Araújo, de Mendonça Filho a Humberto Costa, passando ainda por Raul Jungmann, Elias.

Ousado e destemido e usando os mesmos bordões de outrora, Fernando Bezerra abriu a voz e bradou:“Sou candidato a governador e vou derrotar esse governo (Paulo Câmara) por muitos votos”.

Por Cauby Fernandes

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