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Petrolina: 5 vereadores vão desobedecer Miguel Coelho e não ficarão nos partidos indicados pelo gestor

Um dos entraves e nó que precisam ser apertados por Miguel Coelho diz respeito aos vereadores que hoje são fiéis escudeiros. Um grupo de pelo menos cinco vereadores, já demonstram que sairão da linha de frente do exército do prefeito para seguir vivo na disputa eleitoral. Quem saber quem são eles? Então continue lendo.

Não adianta fechar os olhos e achar que sozinho, qualquer candidato  a prefeito em Petrolina, vai vencer as eleições facilmente. Isso vale para Miguel Coelho, hoje, o único candidato e, vale também para os pretensos candidatos que querem a mesma cadeira do Palácio dos Guararapes em Petrolina.

Um dos entraves e nó que precisam ser apertados por Miguel Coelho diz respeito aos vereadores que hoje são fiéis escudeiros. Um grupo de pelo menos cinco vereadores, já demonstram que sairão da linha de frente do exército do prefeito para seguir vivo na disputa eleitoral. Quem saber quem são eles? Então continue lendo.

O primeiro que não vai compor com Miguel Coelho será Ronaldo Cancão. O vereador sabe que se for compor chapa dentro de um partido indicado pelo prefeito, a sua eleição correrá um risco tremendo. Ele pode até ser bem votado, mas não se elegeria. Essa preocupação também é compartilhada por Cícero Freire, por Osinaldo Souza, Manoel da Acosap e Rodrigo Araújo.

Talvez você não entenda essa conta mas, é fácil de explicar. Se dá da seguinte forma: o prefeito precisa eleger seus vereadores, para isso, ele precisa compor três partidos que lhes dê sustentação, e o prefeito vai fazer força para eleger seu exército. Miguel Coelho, precisa colocar seus vereadores dentro dessas siglas, o que torna mais dificil a eleição de certos nomes. Isso acontece por que dentro dos partidos só teriam nomes fortes, pessoas que tiveram votações enormes.

Agindo assim, o prefeito, tiraria a chance de eleição daqueles que não tem recurso e capilaridade eleitoral acima da média de conseguirem se reeleger. Essa é a razão do rompimento que está  batendo à porta. Ninguém quer trabalhar intensamente em uma eleição difícil e morrer na praia.

Mesmo com o rompimento nas eleições, não quer dizer que eles se tornaram inimigos do prefeito, nada disso! Apenas não acatarão as ordens do executivo. Se reeleitos, com o mandato na mão, lá na frente se unem de novo e tudo volta a ser como antes. É assim a política: um jogo de alfinetadas e beijos, de beijos e alfinetadas.

 

 

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