Política

Petrolina: a traição de Jorge Assunção com Guilherme Coelho. Fora do barco

Até tu, Jorge , filho meu?

Uma pessoa trair a confiança de outra é algo tão antigo que é comum dizer uma frase com mais de 2 mil anos de existência na hora de mostrar surpresa com as atitudes de alguém: “Até tu, Brutus?”

a frase remete a uma famosa história da Idade Antiga. No século I A.C., o imperador romano Júlio César foi vítima de uma conspiração de senadores para tirá-lo do cargo. Entre eles estava o seu filho adotivo Marcus Brutus.

O complô resultou no assassinato do imperador a punhaladas pelo grupo de senadores. Na hora da morte, Júlio César reconheceu o filho entre os seus algozes e proferiu a frase. “Até tu, Brutus, filho meu?”. É uma frase célebre que, com o tempo, adquiriu um sentido simbólico.

Em Petrolina, o secretário Jorge Assunção demonstra ingratidão e pula do barco de Guilherme Coelho e vai ficar com Fernando Filho e Antônio Coelho em troca de permanecer no cargo que ocupa.

Jorge Assunção era homem de confiança de Guilherme Coelho e, só conseguiu estar como secretário na prefeitura de Petrolina,  graças ao nome de Guilherme que o indicou ao cargo em dois momentos diferentes: uma vez na gestão de Julio Lóssio e na segunda vez na gestão de Miguel Coelho, permanecendo como secretário.

Ingrato, abandona quem o ajudou em todos os momentos.

A velha história se repete, e cabe outra frase que diz: Pão comido, pão esquecido!

Até tu, Jorge , filho meu?

 

 

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3 pensamentos “Petrolina: a traição de Jorge Assunção com Guilherme Coelho. Fora do barco”

  1. Pior não é um desses daí que não tem nem o voto dele,pior foi Guilherme trair a memória e o nome do pai quando foi para o lado de FBC.

  2. Essa informação senhor blogueiro não procede, o senhor deve andar um pouco pela cidade, quem abandonou o aliado, amigo de longas datas e caminhadas foi justamente Guilherme Coelho, procure saber a verdadeira historia.

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