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Petrolina: Evangélicos de Petrolina não são valorizados. Para o grupo de FBC, evangélicos não passam de um mero plano B

O que se vê, é que os evangélicos que hoje somam mais de um terço da população de Petrolina, são tratados de forma diferente e para o grupo de FBC, são apenas uma massa de manobra de coadjuvantes, e nunca atores protagonistas. Em miúdos, é a salvação.

A eleição de 2020 já começa a tomar contornos quase que finais em Petrolina. É certo que teremos mais de 3 candidatos, é certo também  que alguns nomes que comporão as chapas já estão sendo avaliados.

O que poucos sabem é que o grupo de FBC, tem planos A e B para as próximas eleições: o plano A, diz respeito ao nome do vice para compor chapa com Miguel Coelho. Ficou comprovado que a vice Luska Portela não agregou valores em termos políticos ao grupo, e que seu nome veio como indicação de Guilherme Coelho para provar que família estava “unida”. Naquele ano de 2016, a vitória era algo certo, até por que Miguel Coelho apareceu como o “novo”, e comoveu a população, em especial os mais jovens com suas promessas panfletárias, que hoje, se vê que não cumpriu metade do que falou que faria.

Nesse Plano A, a equipe de Miguel Coelho, vislumbrou que para 2020, são outros quinhentos. Os adversários vêm preparados, Miguel está desgastado e é preciso rever a estratégia. A estratégia é a seguinte: Todos sabem que Miguel em 2022, precisará deixar de ser prefeito e buscar uma nova eleição. No entanto, ele não poderá entregar a rica prefeitura nas mãos de qualquer um.

Esse vice pode se rebelar e criar asas. Então, se as pesquisas indicarem em 2020 que ele está bem avaliado, o vice pode ser qualquer um dos seus bajuladores que o seguem cegamente e obedecem sem titubear. Porém, se eles perceberem que a avaliação é ruim, partirão para o plano B.

Esse plano B, consiste em agregar nomes evangélicos com valores e potencial político de votos. Nesse quesito entram os vereadores: Osinaldo Souza, Elias Jardim e o mais bem avaliado entre os evangélicos que é Ruy Wanderley. O pastor Alex não entraria nessa lista por ser vereador de primeiro mandato.

Mas, o que se vê, é que os evangélicos que hoje somam mais de um terço da população de Petrolina, são tratados de forma diferente e para o grupo de FBC, são apenas massa de manobra e de coadjuvantes, e nunca atores protagonistas. Em miúdos, é a salvação.

Se a pesquisa revelar que o prefeito está avaliado para baixo, a equipe vai orientar o prefeito a colocar um vice evangélico como parceiro na disputa. Daí se percebe que a luta não é para trazer novas vias de administração e gestão, mas está no poder pelo poder.

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