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Petrolina ganhou uma nova vereadora. Quem será ela?

Quem também acompanhou a trajetória dos vereadores, pode contar como eram os comportamentos e suas condutas dentro da Casa Plínio Amorim. O tempo muda tudo.Hoje, ao chegarmos na Câmara,nos deparamos com uma mulher forte, robusta no que fala. Maria Elena é dessas!

Quem acompanhou as legislaturas passadas,seja na gestão de Fernando Bezerra ou na gestão de Julio Lóssio, conheceu a força que a oposição exercia visando a fiscalização do dinheiro empregado no município. Viu também a força das mulheres que exerciam poder de decisão e eram contundentes nas suas proposições. Hoje, resta só uma voz feminina na Casa Plínio Amorim, e essa voz afirma pertencer a um bloco e a um grupo. Todos sabem que Maria Elena tem lado.

Quem também acompanhou a trajetória dos vereadores, pode contar como eram os comportamentos e suas condutas dentro da Casa Plínio Amorim. O tempo muda tudo.Hoje, ao chegarmos na Câmara,nos deparamos com uma mulher forte, robusta no que fala. Maria Elena é dessas!

Mas, e Cristina Costa? Ela já não existe! Essa mulher foi trocada por um clone! Esse clone é calado, baixa a cabeça, diz amém a tudo, faz somente requerimentos, pedidos de limpeza de ruas, aplaude a gestão atual e não é de esquerda.É um rascunho da Cristina Costa que conhecíamos: destemida, brava, gentil sem ser puxa-saco, aguerrida, apaixonada pelo que fazia, apaixonante por sua atitude, pela sua forma de falar em defesa das minorias. Onde ela está? Como isso foi acontecer?

Esse clone é previsível é estático. Pois é, Petrolina ganhou uma nova vereadora. No entanto, dela não gostamos. Não diz a que veio, não fala com nexo, repete apenas discursos dos vereadores da oposição, tem somente visão para seus interesses, é brigona por coisas fúteis e não tem lado certo. Aliás tem: o seu.

Quem acompanhou as legislaturas passadas,seja na gestão de Fernando Bezerra ou na gestão de Julio Lóssio, conheceu a força que a oposição exercia visando a fiscalização do dinheiro empregado no município. Viu também a força das mulheres que exerciam poder de decisão e eram contundentes nas suas proposições. Hoje, resta só uma voz feminina na Casa Plínio Amorim, que afirma pertencer a um bloco e a um grupo. Todos sabem que Maria Elena tem lado.

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