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Petrolina: macaco que não olha o rabo e o cachorro morto

O problema é que depois disso acontecer, saem por aí humilhando pessoas, se achando gênios e, esquecendo de que um dia  foram perdidos e sem rumo.

Não ter autocrítica é um grande problema na vida de qualquer ser humano. Saber de onde veio e saber para onde vai, depende internamente da auto-crítica.

Existem pessoas que tem um passado negro, obscuro e ao se tornar melhor ou der a sorte de conseguir algo na vida, se acham melhores que outros e passam a arrotar conselhos desnecessários  e observar nos outros, defeitos que ele mesmo tem.

Esses dias ouvi de um homem querendo mostrar ser melhor que outro após ser  criticado, que seu crítico era um cachorro morto, e, que seus amigos não deveriam levar em conta sua crítica. Porém, é sabido que se torna coitado aquele que se interessa pouco.

Ouvir e se auto analisar é adjetivo de quem quer mudança e se interessa pelo crescimento como um todo. Talvez, aquele cachorro morto, como disse aquele homem, é o que o limita de fazer bobagens no futuro.

É aquela velha história: macaco não olha o rabo que tem. Isso acontece muito com pessoas que se tornam políticos, com evangélicos que, viviam uma vida desgraçada, eram prostitutos, viviam na marginalidade, mas, por sorte do destino, depois de se auto avaliarem, engataram uma marcha à ré e mudaram a chave para uma vida melhor. Isso é maravilhoso.

O problema é que depois disso acontecer, saem por aí humilhando pessoas, se achando gênios e, esquecendo de que um dia  foram perdidos e sem rumo.

Eu sei do seu passado.

Porém, para esse tipo de pessoa, é bom lembrá-lo que conhecemos seu passado, suas bobagens feitas em outro tempo e, se Deus permitiu mudanças, aproveite a oportunidade para ser leve, ser diferente e não chutar “cachorro morto”, até por que, um dia ele foi o próprio cachorro morto.

 

 

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