Política

Petrolina: população revoltada, hostiliza vereadores

Chico Freire, Sargento Quirino, Patriota Sadcon, Terezinha Teixera e tantos outros eram queridos da população e havia um respeito incondicional por aqueles que ocupavam um cargo importante como é de vereador numa cidade como Petrolina.

A péssima atuação da atual legsilatura na Câmara de Petrolina, está saindo das quatro paredes da Casa Plínio Amorim, e a vida dos vereadores já não é tão cheia de glamour como era nos tempos áureos da Casa, quando nomes como de: Chico Freire, Sargento Quirino, Patriota Sadcon, Terezinha Teixera e tantos outros eram queridos da população e havia um respeito incondicional por aqueles que ocupavam um cargo importante como é de vereador numa cidade como Petrolina.

Daquele time, poucos restaram, e até o momento, continuam respeitados: Ruy Wanderley, Osório Siqueira, César Durando e Maria Elena.

Há 20 anos atrás, vereador era respeitado. Hoje não. Nessa semana que passou, vereadores foram hostilizados em visitas no interior e até em partida de futebol, realizada no estádio Paulo Coelho.

De 2020 para cá, tudo mudou. Segundo informações, ao chegar no estádio para acompanhar a partida do time local, certo vereador foi vaiado, xingado e só não aconteceu coisa pior por causa dos seguranças que o acompanhavam durante a partida.

No interior, outro vereador, foi recebido com gritos de ” safado”, “vai procurar tua turma’, que  aqui não é seu lugar”. Pelo que estamos vendo, o respeito aos vereadores está indo pelo ralo e, certos vereadores precisam avaliar seus comportamentos, dentro e fora da Camara.

O sertanejo

“O povo do interior deixou de ser besta! Agora, já não é como antes, onde uma conversinha mole enganava o homem do campo. Estamos mudando, nos inovando, tendo conhecimento dos desmantelos que esses senores tem causado ao municipio, vendendo suas almas a ganancia. Somos sertanejos, porém, não bestas”, disse Armindo Souza, morador do bairro Henrique Leite.

 

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1 pensou em “Petrolina: população revoltada, hostiliza vereadores”

  1. Deixa o político chegar na porta deles que a primeira coisa que eles fazem é matar um bode e colocar na mesa para saírem de bucho cheio e um tapinha nas costas,essa conversa já vejo a 50 anos.

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