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Petrolina: Secretaria de Educação some com dinheiro de empenho. Onde foi parar?

Os produtores preferem não se identificarem por  medo de perseguição, e por essa mesma razão, a responsável pelo setor prefere não tocar no assunto.Os produtores fizeram um pedido para se reunirem com a secretaria para passar os informes, segundo eles, a reunião foi marcada, no entanto, desmarcaram por duas vezes.

Escolas sem frutas, legumes, hortaliças e diversas pessoas perdendo produtos por falta de compromisso da Secretaria de Educação de Petrolina. É o que dizem os produtores que foram contratados e que repassam as tais mercadorias. Segundo eles, o contrato está vigorando porém, não tem mais regularidade nos pedidos. Ainda segundo eles, a secretaria disse não haver mais recursos para a compra.

Porém, os produtores estão se perguntando: como não existem recursos se  a chamada foi de R$ 3, 5 milhões e, desde de abril as compras estavam sendo feitas? Em setembro a secretaria só comprou frutas para uma semana e nas outras  três não foram feitos pedidos?

E agora,para piorar,  dezenas de denúncias de pais de alunos surgem nos meios de comunicação. Os pais estão preocupados com a situação.

Os produtores preferem não se identificarem por  medo de perseguição, e por essa mesma razão, a responsável pelo setor prefere não tocar no assunto.Os produtores fizeram um pedido para se reunirem com a secretaria para passar os informes, segundo eles, a reunião foi marcada, no entanto, desmarcaram por duas vezes.

Em Petrolina, cinco assentamentos,três associações, uma cooperativa e um grupo informal, formam nove grupos de fornecedores. Quando se somam todos os atores envolvidos, aparece um grupo gigante de quinhentos fornecedores que geram emprego e renda para o município. E tudo isso está se perdendo, até porque, mesmo tendo sido empenhado a tal compra, ela pode não mais acontecer.

O que não se explica é o fato de terem celebrado o contrato no valor de R$ 3,5, fazendo com que os produtores plantassem além das suas condições, não gastaram nem 50% do contrato, e ainda por cima, o produto que poderia estar nas gondolas dos supermercados em Petrolina, está se perdendo, por que existe o compromisso de repassar tudo para a secretaria.

Outro problema que está acontecendo é o fato do contrato ter término marcado para dezembro, e agora em outubro,  já foi dito que não haverá compras. Em suma: prejuízos para a ponta mais fraca do contrato. O produtor. O dinheiro não existe mais, simplesmente sumiu! Pode?

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