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Sem apresentar novos resultados, Embrapa de Petrolina para no tempo

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A Embrapa,  empresa que paga altos salários a seus pesquisadores em Petrolina, em média R$ 25 a 30 mil além dos operários rurais que ganham em média R$ 6 mil, parou no tempo. Muitos dos seus pesquisadores, que hoje são doutores ou tem diversos diplomas, já não enxergam na empresa a melhor fonte de renda e a colocam como plano ‘B” quando o assunto é rentabilidade. Por conta disso, esses pesquisadores,  usam os conhecimentos adquiridos através da Empresa e se jogam no setor privado , que hoje  se tornou seu principal pagador e principal fonte de renda.

No setor privado, um Engenheiro Agronômico , pode ter maior rentabilidade , e ganhar muito mais do que estando  preso à s regras de uma empresa que não avançou nos últimos vinte anos. Uma perda considerável, já que o pesquisador não sente a mesma gana por alcançar resultados melhores para a agricultura , no caso os pequenos produtores. São muitos os queixumes advindo dos pequenos, aqueles que sempre confiaram que a empresa era o melhor aporte para garantir melhorias nas suas produções.

Sem apresentar novos resultados em suas pesquisas, a Embrapa, vai a cada dia ficando para trás em Petrolina  e não existe  nenhuma estratégia própria.  Segundo Zander Navarro, pesquisador que foi demitido por relatar erros  na Embrapa, a  estatal atua “quase que exclusivamente para os ricos segmentos do empresariado rural” e “permanece adormecida em berço esplêndido, embalada pelos sonhos do passado”.

Em Petrolina , isso é uma  realidade!  É preciso rever conceitos, deixar para trás velhas manias  e se modernizar urgentemente! A fragmentação das pesquisas, a falta de foco e de estratégia na Embrapa, estão fazendo a empresa definhar em Petrolina. Com a palavra, os responsáveis.

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