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Vereadores da situação de Petrolina, adoradores dos seus egos, meninos de recado!

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Hoje foi um dia de humilhação para os vereadores da situação de Petrolina! Miguel Coelho, impôs sua força sobre os Edis  de sua bancada, que como meninos de recado,obedeceram sem titubear as ordens do comandante Coelho. Vergonhoso! Com a palavra “inconstitucional”,todos os vereadores de situação,  votaram contra o povo da cidade, demonstrando que a oposição que faziam a Lossio, era pessoal, e nunca foi politica!Resultado de imagem para egoista

Na sessão plenária nesta terça-feira  (6) ,  uma vitória , foi para a sala do prefeito.O  projeto de Lei de autoria do ex- vereador Geraldo da Acerola (PT), que havia sido aprovada na legislatura passada,  e que proibia os motoristas de ônibus de exercer também a função de cobradores no transporte coletivo da cidade, foi amplamente derrotado pelos comandados de Miguel Coelho . Antes,   esses mesmos vereadores votaram a favor da  matéria, em oposição ao prefeito Julio Lossio, em simples birra de guri buchudo, que não davam o braço a torcer, para aquele que estava no poder, e que tinha derrotado o grupo de FBC por duas vezes . Mas o povo está conhecendo os vereadores um por um na Casa Plínio Amorim. Quer  dizer senhores, que antes podia, agora não pode mais? Que tipo de Edil se presta a ir contra quem o elegeu? Cadê a ideologia politica? Cadê os discursos duros? Os vereadores hoje, mais pareciam amordaçados, com medo de retaliação, com medo de perder vantagens que o executivo proporciona.

VERGONHOSO!!!Resultado de imagem para vergonha

E  para esculhambar ainda mais, o que já estava esculhambado, o Vereador Elias Jardim, deu uma declaração infeliz. “O problema é que nos aprofundamos na discussão e vimos que a matéria é inconstitucional. Não dá para ir contra as regras do país”, disse.

Existe um ditado que diz: ” O mundo é uma roda gigante, as vezes estamos por cima, as vezes no meio ou embaixo”. Apesar de todo o movimento e  estardalhaço criado pela  bancada oposicionista, a  derrota foi questão de tempo, e assim, o veto do prefeito foi aprovado por 17 votos a 4.

Por Cauby Fernandes

@ Lingua

 

 

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