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Petrolina: Professores com salários atrasados reclamam de situação vexatória

"Estamos com os salários atrasados há dois meses. Não recebemos o pagamento referente aos meses de agosto, setembro e outubro. Estamos prejudicados e desesperados", desabafa professora.

Professores que lecionam em Petrolina na rede municipal de ensino, estão sem receber os salários há dois meses. A denúncia foi feita por docentes, que estão revoltados e reclamam do atraso nos salários.

Estamos com os salários atrasados há dois meses. Não recebemos o pagamento referente aos meses de agosto, setembro e outubro. Estamos prejudicados e desesperados, desabafa professora.
É brincadeira o que a secretária de educação está fazendo com os professores da rede de ensino municipal. Os professores reclamam que estão recebendo somente o salário (base). Desrespeito,descaso e valorização zero.
Os professores ainda reclamam que estão desde maio sem receber aula atividade, e ninguém resolve nada. Para piorar, nenhuma explicação é repassada. Muitos deles, protocolaram junto à prefeitura, pedidos

de reintegração de aula atividade, no entanto, nada foi resolvido.

“ Tenho pouco tempo na educação especial, mas a sensação que tenho é que tratam professor de AEE como uma categoria inferior aos demais, não me sinto valorizada e respeitada pelo trabalho que faço. Mexe com o meu psicológico e me desestrutura como um todo”, disse uma professora.

Segundo os professores, o Sindsemp, já marcou diversas reuniões com o prefeito, mas foi em vão. Para uma boa parte dos professores, Sindicato e prefeitura estão andando pelo mesmo caminho, firmando acordos às escondidas e prejudicando os professores.

No grupo dos professores Readaptados, que estão penalizados com cortes nos salários há meses, as informações é que eles estão sendo obrigados a voltarem para sala de aula, por estarem com os laudos médicos vencidos. Já os professores do AEE, foram tirados do NAPPNE(Núcleo de Apoio Psicopedagógico aos portadores de Necessidades Especias) e os colocaram para assumir sala de aula regular. Esses profissionais também estão a dois meses sem receber gratificação de regência.

Foi feita uma convocatória para uma reunião, logo depois, desmarcaram a tal reunião, por que a Secretaria de Educação e a diretora do RH, assinaram um documento, afirmando que os valores seriam reparados na folha de outubro. Veja a pactuação do Sindsemp com a prefeitura, e perceba que existe um alinhamento:

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